
USE SUA LUPA…
Primeiro:
é uma emoção grande poder ter tido a chance de
gravar um disco desses, com esse repertório, com esses
músicos.
As músicas vêm da
infância (só pra registrar, eu nasci em 1959...), os
primeiros sons que um cara ouve pelo rádio, em casa, com os
colegas da escola, os amigos, os primos, no Chacrinha, nos festivais,
na infalível vitrola Delta… Canções da
memória afetiva, do coração, dos grandes
ídolos (nunca na vida eu imaginei que um dia ia gravar uma
música do Erasmo Carlos…). A banda, o
Turbilhão de Ritmos, a maioria deles eu conheci no Fanzine
há mais de 10 anos, e tocar com eles é só alegria.
E entre tantas idas e vindas confesso que eu já tava meio
conformado que não ia mesmo rolar registro nenhum de tanta coisa
que a gente aprontou por aí nesses anos afora, na tevê, na
estrada, uma roubada ou outra, etc. e tal.
Mas já que o acaso deu mais outra chance, desta vez não
teve choro: é nóis na fita…
Por conta dessas e outras coisas esse trabalho aqui é de reverência e irreverência.
Eu
reverencio a canção popular, seus compositores, seus
arranjadores, seus cantores, seus produtores, a maneira como o
público e ela se grudam. Obras-primas sem pompa pra divertir e
emocionar a gente, eu fico admirando elas serem ao mesmo tempo
tão originais e tão óbvias, tão
únicas e tão produzidas em série, tão
ancestrais e tão da moda, tão corriqueiras e tão
carregadas de religare: tão democráticas. Pra mim,
como ouvinte e como músico, quando tudo isso acontece (e
não acontece pouco…) é a coisa mais bonita da
música popular, a missão se cumpre, o espírito da
coisa se manifesta.
Mas
esse trabalho também é irreverente, e tem que ser, porque
são músicas com as quais você, eu e todo mundo tem
muita intimidade. Elas já tocaram muito, todo mundo é
meio dono delas, todo mundo conhece todas decor mesmo sem nunca ter
comprado o disco. De ouvir no rádio que vaza da casa do vizinho,
de cantar no chuveiro distraidamente, de uma lembrança que ficou
de uma pessoa, ou uma melodia que fica martelando a cabeça da
gente sem parar, às vezes você nem gosta mas sabe a letra
inteirinha sem querer… Então, quando a gente vai
tocar, a sem-cerimônia é muito grande, não tem
rodeio, não tem segredo: a entrada é franca e a festa
é plebéia, é só abrir a boca que a
interpretação vem, clown, maluco, mané,
operário, crooner, o jeito que for Tragédia e
comédia, diriam os gregos.
Vou ter que dizer que quando tudo isso acontece, de novo é a
coisa mais bonita da música popular: missão cumprida.
Bom,
chega de conversa mole, deixa a música fazer o trabalho dela, e
tomara que vocês aí, queridos ouvintes, distinta
platéia, se divirtam o mesmo tanto que a gente se diverte
tocando, certo?
beijão
Mauricio
PS
– se vc se interessa pelo repertório gigante onde nascem
as “Cancões Que Um Dia Você Já
Assobiou”, suas histórias e glórias, me escreve 1
email q eu dou dicas pra fuçar, achar coisas, nomes, sons,
cifras, etc. E vice-versa-o-contrário: quem tiver uma dica
boa, idéia, sugestão, coisa e tal, me escreve, q enquanto
eu não fico tão famoso quanto as canções q
eu canto ainda vai dar tempo pra ler e responder email.
Se liga:
mauricio@pereira.com
1- El Presidente - 3:33
(Sol Lake) Edição Alamo Music
2- Sou uma Criança Não Entendo Nada - 3:33
(Giuseppe Ghiaroni/Erasmo Carlos) Edição Warner Chappell
antigamente quando eu me excedia
ou fazia alguma coisa errada
naturalmente minha mãe dizia
ele é uma criança não entende nada
por dentro eu ria satisfeito e mudo
eu era um homem entendia tudo
hoje só com meus problemas
rezo muito mas eu não me iludo
sempre me dizem quando eu fico sério
ele é um homem e entende tudo
por dentro com a alma atarantada
sou uma criança não entendo nada
3- Marcianita - 3:33
(Jose Alderete/Galvarino Marcone/versão: Fernando César) Edição Fermata/ADDAF
música incidental: Peixe Vivo (D.P.)
esperada
marcianita
asseguram os homens de ciência
que em 10 anos mais, tu e eu
estaremos bem juntinhos
e nos cantos escuros do céu falaremos de amor
tenho tanto
te esperado
mas serei o primeiro varão a chegar até onde estás
pois na Terra
sou logrado
em matéria de amor eu sou sempre passado pra trás
eu quero um broto de Marte que seja sincero
que não se pinte, não fume
não saiba sequer o que é rock’n’roll
marcianita
branca ou negra
gorduchinha, magrinha, baixinha ou gigante
serás meu amor
a distância nos separa
mas no ano 70 felizes seremos os dois
4- Pot-pourri:
Pensando Nela
(Don Beto - Heina) Edição SIGEM
quando a chuva
me molhar
pelas ruas
vou andar
estarei
pensando nela
penso em tudo
que passou
a tristeza
que ficou
eu estou
pensando nela
Pra Que Vou Recordar o Que Chorei
(Carlos Dafé/Lúcio Flávio/Tião da Vila) Edição Musirama
não quero mais saber de ti
vou me recuperar
quero sorrir
esquecendo a quem amei
pra que vou recordar o que chorei
se uma frase já não basta
pra dizer tudo o que sinto
quando bate o coração
pra evitar os sofrimentos
não se deve nessa vida
se envolver com a ilusão
5- Eu Sonhei que Tu Estavas tão Linda - 3:33
(Francisco Matoso/Lamartine Babo) Edição Irmãos Vitale
eu sonhei que tu estavas tão linda
numa festa de raro esplendor
teu vestido de baile
lembro ainda
era branco
todo branco
meu amor
a orquestra tocou uma valsa dolente
tomei-te aos braços
fomos dançando
ambos silentes
e os pares que rodeavam entre nós
diziam coisas
trocavam juras
a meia-voz
violinos enchiam o ar de emoções
de mil desejos
uma centena de corações
pra despertar teu ciúme
tentei flertar alguém
mas tu não flertaste ninguém
olhavas só para mim
vitória de amor cantei
mas foi tudo um sonho
acordei
6- Se Non Avessi Più Te - 3:33
(Franco Migliacci/Luiz Enriquez/Bruno Zambrini) Edição BMG
se
non avessi più te
meglio morire
perchè questo silenzio
che nasce intorno a me
se manchi tu
mi fa sentire solo
come un fiume che va
verso la fine
questo devi sapere
da queste mie parole puoi capire
quanto ti amo
ti amo
per sempre
come nessuno al mondo ha amato mai
ed io lo so
che non mi lascerai
no, non puoi
io
posso darti lo sai
solo l'amore
posso amarti per sempre
ma
come un fiume che va
io troverei la fine se
non avessi più te
7- Iracema - 3:33
(Adoniran Barbosa) Edição Irmãos Vitale
Iracema
eu nunca mais eu te vi
Iracema
meu grande amor foi embora
chorei
eu chorei de dor porquê
Iracema
meu grande amor foi você
Iracema
eu sempre dizia
cuidado atravessar essas rua
eu falava
mas você não me escutava não
Iracema, você atravessou contramão
e hoje ela vive la no céu
ela vive bem juntinho de nosso senhor
de lembrança guardo somente suas meia e seu sapato
Iracema
eu perdi o seu retrato
8- Meu Mundo e Nada Mais - 3:33
(Guilherme Arantes) Edição Musirama
quando eu fui ferido
vi tudo mudar
das verdades que eu sabia
só sobraram restos
e eu não esqueci
toda aquela paz que eu tinha
eu que tinha tudo
hoje estou mudo, estou mudado
à meia-noite, à meia-luz
pensando
daria tudo por
um modo de esquecer
eu queria tanto estar
no escuro do meu quarto
à meia-noite, à meia-luz
sonhando
daria tudo por
meu mundo e nada mais
não estou bem certo
se ainda vou sorrir
sem um travo de amargura
como ser mais livre
como ser capaz
de enxergar um novo dia
eu que tinha tudo...
9- Universo no teu Corpo - 3:33
(Taiguara) Edição SIGEM
eu desisto
não existe essa manhã que eu perseguia
um lugar que me dê trégua ou me sorria
uma gente que não viva só prá si
só encontro
gente amarga mergulhada no passado
procurando repartir seu mundo errado
nessa vida sem amor que eu aprendi
por uns velhos vãos motivos
somos cegos e cativos
no deserto do universo sem amor
e é porisso que eu preciso
de você como eu preciso
não me deixe um só minuto sem amor
vem comigo
meu pedaço de universo é no teu corpo
eu te abraço corpo imerso no teu corpo
e em teus braços se unem versos à canção
em que eu digo
que estou morto pra esse triste mundo antigo
que meu porto meu destino meu abrigo
são teu corpo amante amigo em minhas mãos
10- Cristina - 3:33
(Carlos Imperial/Tim Maia) Edição Edições Musicais Samba
vou embora agora pra longe
meu caminho é ida sem volta
uma estrela amiga me guia
minha asa presa se solta
eu vou ver Cristina
e por onde for vou deixando
marcas do meu peito sangrando
vou cobrir as flores da estrada
de um vermelho amor, madrugada
eu vou ver Cristina
11- Muito Estranho - 3:33
(Dalto/Cláudio Rabello) Edição Tapajós
mas se um dia eu chegar muito estranho
deixa essa água no corpo lembrar nosso banho
mas se um dia eu chegar muito louco
deixa essa noite saber que um dia foi pouco
cuida bem de mim
então misture tudo dentro de nós
porque ninguém vai dormir nosso sonho
minha cara pra que tantos planos
se quero te amar e te amar e te amar muitos anos
tantas vezes eu quis ficar solto
como se fosse uma lua a brincar no teu rosto
12- Férias na Índia - 3:33
(Osmar Navarro) Edição Peermusic
à Índia fui em férias passear
tornar realidade um sonho meu
jamais eu poderia imaginar
e explicar o que me aconteceu
cupido me flechou sem eu sentir
perdidamente eu me apaixonei
agora não consigo mais dormir
pensando nesse amor que lá deixei
se nada mudar
no ano que vem
à Índia vou voltar pra ver meu bem
13- O Homem de Nazaré - 3:33
(Cláudio Fontana) Edição BMG
mil novecentos e setenta e três
tanto tempo faz que ele morreu
o mundo se modificou
mas ninguém jamais o esqueceu
e eu sou ligado no que ele falou
sou parado no que ele deixou
o mundo só será feliz
se a gente cultivar o amor
ei irmão
vamos seguir com fé
tudo o que ensinou
o homem de Nazaré
reis e rainhas que este mundo viu
todo o povo sempre dirigiu
caminhando em busca de uma luz
sob o símbolo de sua cruz
e eu sou ligado no que ele falou
sou parado no que ele deixou
o mundo só será feliz
se a gente cultivar o amor
ei irmão...
ele era um rei
mas foi humilde o tempo inteiro
ele foi filho de carpinteiro
e nasceu em uma mangedoura
não saiu jamais
muito longe de sua cidade
não cursou nenhuma faculdade
mas na vida ele foi doutor
ele modificou o mundo inteiro
ele revolucionou o mundo inteiro
14- O Amor e o Poder - 3:33
(Gunther Mend/Candy DeRouge/Jennifer Rush/Mary Susan
Applegate/versão: Cláudio Rabello) Edição
EMI
a música nas sombras
o ritmo no ar
um animal que ronda
no véu do luar
eu saio dos seus olhos
eu rolo pelo chão
como um amor que queima
magia negra, sedução
como uma deusa
você me mantém
e as coisas que você me diz
me levam além
aqui nesse lugar
não há rainha ou rei
há uma mulher e um homem
trocando sonhos fora da lei
como uma deusa...
tão perto das lendas
tão longe do fim
a fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
15- Galopeira
(Mauricio Cardoso Ocampo/versão: Pedro Bento) Edição BMG
foi num baile em Assunção
capital do Paraguai
onde eu vi as paraguaias
sorridentes a bailar
e ao som de suas guitarras
quatro guapos a cantar
galopeira, galopeira
eu também entrei dançar
galopeira
nunca mais te esquecerei
galopeira
pra matar minha saudade
pra minha felicidade
Paraguai eu voltarei
o bis:
16- A Praça - 3:33
(Carlos Imperial) Edição Edclave
hoje eu acordei com saudade de você
beijei aquela foto que você me ofertou
sentei naquele banco da pracinha só porque
foi lá que começou o nosso amor
senti que os passarinhos todos me reconheceram
e eles entenderam toda a minha solidão
ficaram tão tristonhos e até emudeceram
aí então eu fiz esta canção
a mesma praça
o mesmo banco
as mesmas flores, o mesmo jardim
tudo é igual
mas estou triste
porque não tenho você perto de mim
beijei aquela árvore tão linda onde eu
com o meu canivete um coração eu desenhei
escrevi no coração o meu nome junto ao seu
ser seu grande amor então jurei
o guarda ainda é o mesmo que um dia me pegou
roubando uma rosa amarela pra você
ainda tem balanço, tem gangorra, meu amor
crianças que não param de correr
a mesma praça...
aquele bom velhinho pipoqueiro foi quem viu
quando envergonhado de namoro eu lhe falei
ainda é o mesmo sorveteiro que assistiu
ao primeiro beijo que eu lhe dei
a gente vai crescendo, vai crescendo, o tempo passa
nunca esquece a felicidade que encontrou
sempre vou lembrar do nosso banco lá na praça
foi lá que começou o nosso amor
. . . . . . . . . .
Sabe como é disco independente, né?
Sem essas pessoas que estão aqui, ele não rola.
Então, agradeçamos...
As sensacionais irmãs Lopes, vulgo a R4: Mônica e Andréa.
O pessoal do Itaú Cultural, mano Natale (pela idéia de
gravar, q nem me passou pela cabeça), Cacá, Moreira.
O pessoal do Audiomobile, o querido Egídio e sua turma: Jurema, Fernando, Julian, Luiz, Ernani, Kbelo.
O André, o meu irmão mais velho, pelo dvd e + umas 545
coisas, e sua turma: Giuliano, Siva, Davi, Daniel.
A Marisa, pela luz linda, e mais o toque do figurino em plena véspera.
O pessoal da Lua, pela parceria q eu prezo muito: Thomas Roth,
Zé Luiz Soares, Moisés Santana, a Vera, o Edu, o Carlos,
o Beto.
O pessoal da ViaTV, q fez o clipe, outra parceria q eu prezo: mano
Sakata, Daniel Brasil, Roberta, Orlando, José e Eduardo.
O Kako, da Usina Sonora, pela força com o equipamento, e outras tantas.
Lá pra trás, no nascedouro, o Fernando Salém, q me
chamou pra crooner do Fanzine, montou a banda do programa (que é
a mãe do Turbilhão).
A turma do Fanzine, ali foram anos loucos: as meninas da
produção, os câmeras, o Marcelo, a Natália,
o Jean, o Mauricio.
O Faria, sócio-fundador do Turbilhão, o Roberto Gastaldi,
q segurou altos rojões com seu trompete, Leandro Pacagnella,
Mintcho Garramone, o Manga, o Tonho, o Nahami Casseb.
Na temporada de 2000, a Eliana Calheiros foi vital, o Américo e
o pessoal do seu Supremo, a Lúcia Rodrigues, a Fernanda
Teixeira, o Zé Rodrix, e toda aquela galera q deu canja
lá no Supremo: Zeca Baleiro, Chico Cesar, Zé Geraldo, Kid
Vinil, Max de Castro, Fernanda Takai, Ná Ozzetti, Susana Salles,
Alzira Espíndola, Tetê Espíndola, Zé Rodrix,
Wanderléa, Kid Vinil, Ceumar, Skowa, André Abujamra,
Nasi, Duofel, Zé Guilherme, Rita Monteiro, Miriam Maria,
Jô e Tuco (ai, meu deus, será q eu tou esquecendo
alguém?).
E nessa rodada de 2002 pra cá, que gerou o cd, eu tenho q
começar pela Marina do Luizinho, q chamou a gente pra tocar na
Festa da Primavera da Tipuana, q desencadeou toda a história de
novo, temporada, disco, e tal.
O Maurizio Longobardi e o pessoal do seu Grazie a Dio!, pela acolhida e boa sorte q deram pra nós.
O Jaime, q além da força na produção do show, é o homem da capa e do logo .
Lé Dantas, Mi e Plínio, velhos de guerra, que fizeram o P.A. no dia.
O pessoal do Gafieiras.com, Max, Dafne, Daniel e o Ricardo, pela
disposição pra armar paradas, pelo talento q eles
têm pra xeretar música e músicos.
O Tarcísio Theobaldo, roadie, anjo-da-guarda, o homem da Caboclada.
Peninha Schmidt, pelos habituais toques severos porém carinhosos
O Bruno, o melhor vendedor de cds da cidade.
A Rossanna e a Ponto de Bala, pelos toques, pelo carinho.
O Aguinaldo Rocca, pelo workshop com as irmãs.
A Carla e o Kleber, pela força, os desenhos dela pra roupas, a 25 de março.
O Skowão, meu palmeirense favorito, pelas canjas, pelo toque do Amílcar.
A Malu, q me ajuda tanto a respirar e filosofar.
A Jacira e a Adriana, q me ajudam a pacificar sem domesticar.
O Walter Nu, q emprestou o md, o Pedro Bozzo q emprestou a câmera digital.
O Evaldo Luna, pelos toques e pelo próximo disco, Norma
Alcântara, Fábio Almeida, Pedro Barros, Vicente
Negrão e Mercedes, o Otávio da 3D3, o Kwa, vulgo
Guilhermoso, o Mattolli, o Márcio Malmegrin, a Mércia da
Tipuana, o Nivaldo da Votupoca, a Renata que fotografou o show.
Cristina e Renata, da Natura, Cristina e Patricia da Seven, o Ronaldo
da S2 Digital e a Cristina da Globo, e também o Walmando, que
deram uma atençãozinha pro nosso projeto de
patrocínio.
Os patrocinadores, pela confiança e carinho com esse trabalho aqui.
A Marina e a Escola Tipuana.
O Renato Sakata e a ViaTV.
O Marcos Palmeira e os fotolitos Retrato Falado.
Os apoiadores, pelos mesmos motivos.
O Will da Mellótica, pela viagem dos óculos no show (vcs vão ver no dvd…).
Seu Gerardi e o pessoal da Solótica, a Maria q pacientemente me ensinou a usar lente.
Ari, Cinthia e Luis, da De Marcas, pelo registro da marca MP e Turbilhão.
Sérgio de Souza, Wagner, Ligia e o pessoal da Caros Amigos.
Mathias e todo o pessoal da Mica.
Pessoal da Bem Bolado que fez as camisetas de em tempo recorde.
Cláudia Schapira, a Nossa Senhora da Pouca Roupa.
Usina Sonora: dá-lhe Kakão…
O Maurizio do Grazie a Dio!, pela alimentação dos
músicos na reta final da produção.
A
galera q sempre prestigiou nos altos e baixos nesses vários anos
de estrada, pediu música, deu palpite, escreveu email, chamou
pra tocar (quase uma torcida organizada, Turbilhões da
Fiel…). O público q foi ao Itaú Cultural,
participou, deu calor, cantou: podem ter certeza q a gente usou bem a
energia q vcs mandaram pra nós.
Sinerval, Sidnéia (pais do Amílcar), o Fábio, primo. A Márcia do Chulapa.
Mãe Daria (q vai em todo show), Pai Dirceu (q não vai
nunca), meus manos, especialmente o Márcio, q dá muita
dica de produção. O Roberto e a Nádia, os pais das
irmãs Lopes, e mais a Adriana, q seguraram o rojão pra
elas poderem ser workaholics por um fim de semana (fora o xarope e a
torta).
Beijão pra querida Lu, mais Tim, Manu e Chico, q com a
bagunça deles me dão paz e força pra ir à
luta.
E
principalmente esses grandes músicos, raçudos e
talentosos, q gravaram o disco, q tem muito deles, nos arranjos, na
pegada, na maneira de gostar de música, no prazer de tocar
juntos: o Carneiro (q deu o nome Turbilhão de Ritmos), o
Chulapa, o Daniel, o Luizinho, o Amílcar.
.......................................
O disco
produzido por Mauricio Pereira
produção executiva por Mônica Lopes e Andréa Lopes - R4
Gravado ao vivo por Audiomobile Digital, no auditório do Itaú Cultural em 25 e 26 de abril de 2003.
O Turbilhão de Ritmos é:
bateria, percussão e voz: Carneiro Sândalo
baixo e voz: Reinaldo Chulapa
teclados e voz: Daniel Szafran
guitarra: Luiz Waak
trompete e flugel: Amílcar Rodrigues
voz: Mauricio Pereira
Supervisão de gravação: Egidio Conde
Engenheiro de gravação: Luiz Leme
Técnicos de gravação: Fernando Ferrari e André Kbelo Sangiacomo
Gravações adicionais: Audiomobile Estúdio B – Ernani Napolitano Gonçalves
Mixagem e edição: Luiz Leme e Mauricio Pereira
Masterização: Fernando Ferrari
Coordenação: Jurema Guerra
Projeto gráfico: Jaime Bregantin - R4
Fotos: Jaime Bregantin – R4
Fotolito: Retrato Falado
Produtor fonográfico: Lua Music
conheça o nosso catálogo: www.luamusic.com.br - (11) 5051-6979
O show
Produção: R4
Produção Itaú Cultural: Edson Natale, Eduardo Moreira, Cacá Diniz
Projeto e operação de luz: Marisa Bentivegna
Montagem: Cícero Galdino
Equipamento adicional: Duda Justus - Justus Iluminação
Roadie: Tarcisio Theobaldo
Operador de som: Lé Dantas – High Som
Assistentes: Mi e Plínio
Equipamento adicional: Usina Sonora
Comunicação visual: Jaime Bregantin – R4
Figurino: Nossa Senhora da Pouca Roupa
Óculos: Mellótica
Lentes de contato: Solótica
Transporte: Izildo
Torta de frango e xarope de guaco: Nádia de Lamonica Lopes
Marceneiro: José Carlos
Vendedor ambulante: Bruno Mota
Direção DVD: André Abujamra
Equipe DVD: Giuliano Scandiuzzi, Siva Rama Terra, Davi Georges Khamis, Daniel Almeida
Direção videoclipe: Daniel Brasil
Produção videoclipe: Renato Sakata - ViaTV
Equipe videoclipe: Roberta Alves, José Hassan, Orlando Romero e Eduardo Garcia
Patrocínio
Tipuana
ViaTV
Retrato Falado
Bell & Bull
Apoio cultural
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Solótica
De Marcas
Nossa Senhora da Pouca Roupa
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Se quiser escrever, estou por aqui:
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